A mania do saquinho plástico
A sacolinha plástica que te ajuda a levar as compras, roupas, objetos, proteje contra a chuva, e acondiciona também o lixo, pode ter um poder destrutivo imenso! Virou mania aceitarmos os plásticos em todos os lugares, e se recusam, nós reclamamos. Reclama porque que menos trabalho de carregar, e está incluso no preço. Há poucas pessoas que recusam, e são vistas como exóticas, aleternativas... É uma vergonha o país que sediou a Rio 92 e sempre participa ativamente de movimento ambientais não tenha uma legislação sobre o destino final dos resíduos. Ou seja, o responsável pelo fim daquela sacolinha, deveria ser o próprio fabricante.
A sacola plástica entope bueiros, retarda o escoamento de águas pluviais, ocupa espaço nos aterros e lixões, o que dificulta a decomposição de materiais biodegradáveis.
A sacolinha poderia ser abolida. Sempre ao ir ao supermercado evito ao máximo as sacolinhas. As vezes precisamos de algo que é muito pequeno e caberia na bolsa ou nos bolsos da calça, mas o vendedor faz questão de acondicionar bem, numa sacola onde caberiam 10 daquele mesmo produto. Ao comprar um sapato na semana passada, reparei que todas as embalagens (caixa de papelão, papel manteiga, sacola plástica) são inúteis, depois ficam em casa um tempão até dar uma destinação ideal, levando para os containers da coleta seletiva.
Portanto, recuse as embalagens, uma mania deixada pra tras por alemães, ingleses e irlandeses que cobram pelas embalagens um adicional, e a população anda com suas sacolas ou mochilas que não são descartáveis.
O Brasil sabe como impor uma legislação mais dura aos fabricantes, mas quais interesses impedem?
Escrito por stelinha às 16h18
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